Só um Charuto, Sigmund?

Sigmund Freud, o homem que ensinou a humanidade a considerar a importância os simbolismos, acabou se tornou vítima de interpretações em torno de seu hábito de fumar charutos. “Às vezes um charuto é só um charuto”, teria dito o pai da psicanálise, quando confrontado com a possível representação de seu tão estimado hábito.

Freud era conhecido por fumar uma caixa inteira de charutos por dia. Seus pacientes relatam que um dos aspectos mais marcantes durante as sessões de análise eram o ambiente carregado pela fumaça de seus charutos. Era raro fotografá-lo sem carregar um em sua mão. Fumou tanto que acabou sendo submetido a mais de 30 cirurgias para tratar de um câncer na boca.

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Contribuições de um Distraído

Conhecido como o pai da Psicologia Experimental, William Wundt era um jovem marcado por um hábito: sonhar acordado. Era tão distraído que tinha grande dificuldade em aprender as lições ministradas por seu tutor. Acabou reprovando no primeiro ano da faculdade.

Anos após terminar a faculdade de medicina, e depois de ficar afastado da Universidade por causa de uma tuberculose, publicou seu primeiro livro, que traz um título bastante paradoxal: Contribuições para a Teoria das PERCEPÇÕES SENSORIAIS.